Otimização para performance do jQuery

Estava lendo um artigo em inglês indicado pelo Ajaxian com 8 dicas para micro otimização do jQuery, era o 8 jQuery Micro Optimization Tips.

As dicas são muito boas, resolvi compartilhar algumas ideias por aqui.

Lembre-se que as dicas são para performance, não necessariamente para facilitar a programação e quebram o conceito de “escreva menos, faça mais”. Aqui estamos falando de práticas que podemos adotar quando a execução do jQuery depende de situações críticas ou temos muito código em nosso documento.

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Filtros nos artigos do WordPress

Vamos adicionar filtros aos artigos do WordPress. Por exemplo: eu tive um caso onde importei diversos arquivos e alguns continham tags HTML antigas como <b> e <i>. Quero troca-las por strong e em, respectivamente.

A rotina é simples, vamos ao exemplo:

function filtrarArtigo($content) {
	// (...)
	return $contentFiltrado;
}
add_filter('the_content', 'filtrarArtigo');

Eu utilizo o método add_filter que vai chamar o outro método filtrarArtigo. Este, por sua vez, recebe como parâmetro o conteúdo do artigo. Esse filtro vai acontecer cada vez que o artigo for exibido na página.

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Limitar ou desabilitar as Revisões de Artigo no WordPress

Sabe quando escrevemos um artigo no WordPress e vai rolando um auto save ou quando alteramos o artigo e gravando a cada alteração? Já percebeu que o WordPress vai criando diversas versões para o artigo?

Claro que isso é muito útil em alguns casos. Podemos nos arrepender de alguma alteração ou querer recuperar uma cagada qualquer.

Mesmo assim, podemos limitar ou desababilitar essas revisões de arquivo (ou post revisions em inglês).

Para conseguir isso, basta alterarmos o arquivo wp-config.php que fica localizado na pasta raiz do WordPress.

Para desabilitar, após a linha que contém o comentário Happy Blogging! basta inserir:

/* desabilitar revisões de artigo */ 
define('WP_POST_REVISIONS', FALSE);

Da mesma forma que para limitar as revisões de post, devemos trocar o valor false para o número que queremos usar como limite:

/* limitar revisões de artigo em no máximo 2 */ 
define('WP_POST_REVISIONS', 2);

Pronto, isso irá limitar as revisões de artigo em no máximo 2. Um número bom que não vai mais inchar nosso banco de dados desnecessariamente.

Lembre-se que você vai alterar um arquivo muito importante do seu WordPress, faça com toda a cautela necessária.

HTML 5 – Acessibilidade e semântica para spiders

Esta é a primeira parte do que quero apresentar sobre a inovação da Web 3, atendendo conceitos de acessibilidade e semântica para spiders em uma estrutura HTML5.

Estamos falando de tecnologias e conceitos reunidos para um alcance global de funcionalidade da internet. Está se formando um gigante na internet, útil e predador de quem resistir em adotar boas práticas.

HTML 5 ainda não foi lançado oficialmente. A W3C ainda está com perspectiva desse lançamento pra daqui a alguns anos, sem pressa. Mesmo assim, já podemos recorrer de diversos e ótimos recursos mantendo compatibilidades crossbrowser.
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Ajax com jQuery e WordPress

Gosto muito desses três tipos de tecnologia: jQuery, Ajax e WordPress. Fazem parte do que mais me empolga em trabalhar com web.

O mais legal disso tudo é saber que eles estão em total sintonia. Vou passar uns exemplos rápidos de como fazer comunicações em ajax utilizando o jQuery no “client-side” se comunicando com o WordPress no “server-side”.

Vamos supor um caso onde eu queira fazer uma busca dinâmica para buscar uma lista de taxonomias e imprimir essa lista em determinado local da tela.

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A estrutura do URL não afeta o PageRank

Me jogariam pedras e chamariam de “herege do SEO” se eu não tivesse um álibi tão forte: a própria equipe do GoogleWebmasterTools confirmou que os motores de busca da Google dão uma relevância muito baixa à disposição das urls de cada artigo ou página em um site.

Já vi muitas discussões por aí sobre qual seria o melhor tipo de estrutura de permalink/URL para os artigos de um blog no wordpress.

Eu admito que isso me deixava confuso. Qual seria pro google a relevância de ter na url um treco gigante lá dizendo ano, mês e dia? Ainda bem que isso faz diferença nenhuma, e não afeta em nada o PageRank.

Como era de se esperar a resposta foi firme: “o que importa é o conteúdo da página”.

Em um canal no Youtube do GoogleWebmaster, Matt Cutts explica que o Google não usa a estrutura URL como um fator de PageRank, assim como não se preocupa muito sobre a profundidade de um conjunto de diretórios. Se uma página com estrutura URL x está ligada a outra página y de outra estrutura, ela ainda fica com o mesmo pagerank da página.
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Os Conflitos do jQuery – ou – Maldito $!

Uma das maiores dores de cabeça ao utilizar o jQuery é quando temos outras bibliotecas JavaScript e as mesmas também usam o cifrão ($) para representar o objeto das mesmas.

Maldito $! As vezes ficamos perdidos porque nosso código está ok, mas não funciona. Já vi isso acontecer várias vezes no jQuery. As vezes um plugin qualquer do WP pode simplesmente usar um mootools, prototype, scriptaculos, o que for. Isso vai dar tilt no meio do caminho.

Assim, resolvi passar umas dicas pra que esse problema possa ser evitado. O mais interessante é que ele serve pra qualquer ocasião, não só para os conflitos de bibliotecas diferentes no WordPress. A outra vantagem é que a solução é muito simples, sem estresses.

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Funções bombadas ou (function() { }) ()

Admito que não sei se o termo é um apelido que já é existente ou que acabei conciliando o apelido ao uso, mas vi uma vez a sugestão do seu uso em uma lista do google groups e resolvi pesquisar mais sobre o assunto.

JavaScript – quando bem utilizado – acaba sendo fascinante por causa de pequenos truques que ele permite que o desenvolvedor faça. Uma delas é o uso de

(function() { } ) ();

ou somente:

(function() { } );

Inicialmente não estava levando muita fé no código, achava que seria só inserção de bacalhau. Pra que colocar parênteses ao longo da função? Por que esses parênteses?

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Performance e Compressão com jQuery

Uma das coisas que muita gente tem pouca atenção no desenvolvimento web é a respeito da performance.

É muito importante considerar esse quesito em diversas partes do desenvolvimento. Mesmo que o produto seja leve, o cliente não pode perceber problemas de desempenho quando poderíamos deixar o produto melhor nesse aspecto.

Um dos grandes motivos que admiro o jQuery é não só pela sua implementação fácil, mas também pela facilidade que tenho em eliminar problemas de performance no servidor, já que o código será interpretado e executado no browser do cliente. Mas também não podemos simplesmente arriscar ao mandar quase tudo pro cliente e torcer para que tudo ocorra perfeitamente.

Pra isso, fiz uma pequena coleção de dicas para melhorarmos a performance e desempenho de nossas implementações em jQuery.
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Performance Optimization WordPress Plugins by W3 EDGE