Template para iniciar projetos HTML5 e Microformats

Duas dicas fundamentais da semana: http://html5boilerplate.com/ e http://microformats.org/wiki/microdata.

capa do site HTML5 Boilerplate

Simplesmente sensacionais. O primeiro – HTML5 Boilerplate – é um template pra iniciar algo web, pode ser qq coisa, é apenas um ponto de partida pra uma ótima página html 5. Não depende de projeto, não depende de nada. Você recebe uma pré-estrutura de html que vai funcionar na boa com qualquer navegador e já pode contar com elementos html5 inclusive no IE6!

O segundo – Microdata – é um quase segredo de SEO. Isso é o que há de SEO. Quer ser muito bem indexado? Corra pros microformats. São pequenos atributos, classes e estruturas que você aplica em seu html, de forma padronizada e até reconhecida pelo w3c.

Update: não deixe de ver o vídeo de Paul Irish falando sobre o HTML 5 Boilerplate:

Seu browser é também a sua IDE

Vou listar algumas das melhores IDEs para desenvolvimento em evidência no mercado. Não apenas para montar HTML 5 e CSS 3, mas também para códigos e algorítmos em diversas tecnologias, como Javascript, jQuery e até podemos arriscar algumas linguagens “server side”.

JSBin

JSBin é uma ferramenta excelente para teste colaborativo de html e javascript. Facilitando a integração algumas das mais populares bibliotecas e frameworks JS, ele permite que o usuário insira rapidamente o seu código e grave com um controle de versão muito simples. JSBin definitivamente não é apenas um marcador de código.

Característica que vale ressaltar: JSBin é open source, 100% free.

JSBin

Kodingen

PHP, Ruby on Rails, Django, Perl, SVN, Git, etc? Você ainda achava que era impossível ter uma IDE pra tudo isso que fosse também browser based? Kodingen é o nome dessa poderosa ferramenta que oferece uma boa parte de seu sistema de forma gratuita e está conquistando muitos fãs pela web.

Kodingen

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Mozilla lança nova versão do Firefox 4 beta 1

Mozilla colocou no ar essa semana a versão beta 1 do Firefox 4.

Muita novidade para o usuário final acho que é mais a questão da perfomance, melhorou mas não está ainda uma maravilha em relação à velocidade dos navegadores Google Chrome e Apple Safari, ambos baseados no projeto open-source webkit. Pelo menos já temos mais implementações do HTML 5 no navegador.

tela do Firefox 4 beta 1

A interface mudou também, realmente reforça a tendência de todos os navegadores que estão dando cada vez mais espaço na tela do usuário para ver o conteúdo do que estão visitando. A barra padrão de bookmarks não aparece mais por padrão e, pelo menos no Mac OS, o cinza geral está mais claro, aumentando o contraste dos botões e textos na interface do navegador.
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O mito sobre a desnecessidade do Google Analytics

Nessa semana uma revista digital de abrangência expressiva publicou um artigo um tanto curioso. Trata-se de uma dissertação que defende a ideia de que o Google Analytics atualmente é impreciso e, portanto, falho e ruim. Assim, o mesmo deve morrer.

Não sou especialista em SEO, mas realmente essa notícia foi deveras sensacionalista e seu conteúdo é um tremendo equívoco.

Provavelmente eu não responderia da forma mais técnica como um analista de SEO. Logo, prefiro copiar o texto de uma resposta ao artigo bem apropriada na ocasião:

Eduardo Cereto Carvalho disse:

Olá sou certificado Google Analytics e trabalho com isso a algum tempo. Percebi que temos algumas opiniões erradas e conflitantes aqui e queria tentar esclarecer um pouco as coisas.

Não faz sentido afirmar que essa nova opção vai acabar com o Google Analytics. Na realidade nem faz sentido dizer que isso vai afetar de algum jeito as medições online. Vou explicar melhor.

Os erros sempre estiveram e sempre estarão ai, é uma característica da internet e as ferramentas de Web Analytics foram construídas com essa premissa. Todas as análises em uma ferramenta de Web Analytics são feitas em cima de trends, ou seja comparando uma mesma métrica em dois diferentes períodos. Portanto não interessa se existe um erro ou pois este será homogêneo o que não vai alterar a comparação.

As ferramentas de Web Analytics são excelentes para realizar análises para dizer se o seu site melhorou ou não e exatamente em qual aspecto, com que tipo de usuários, etc. Mas realmente não é uma ferramenta ideal para compara audiência com outros sites. Cada site pode usar uma metodologia de medição dierente que pode distorecer bastante os dados. Existem ferramentas especificas para medir audiência como a da Ibope/Nielsen e ComScore. Se você quer vender anúncios no seu site é melhor aparecer bem nessas ferramentas.

Voltando as ferramentas de Web Analytics existem basicamente 2 tipos. As baseadas em tags e as baseadas em logs. O Google Analytics é baseada em tags e o Urchin pode ser tanto baseado em tags quanto em logs.

A extensão que o Google lançou tenta dar uma escolha clara para o usuário se ele quer ou não ser incluído nas medições pelo Google Analytics. Mas o usuário sempre teve como impedir estas medições. Ele pode usar o adblock, pode desabilitar javascript, pode desabilitar cookies, etc. Além disso tem outros fatores que podem impedir as medições independentes do usuário como latência de rede, firewall corporativo. Isso gera um erro real nos dados das ferramentas de Web Analytics, porém esse erro numa base amostral grande é consideravelmente constante o que o torna previsível.

As ferramentas de logs não são afetadas pela maioria dos problemas que causam erros nas ferramentas de tags. Porém outros fatores ainda mais impactantes afetam seu funcionamento sendo o mais importante “cache”.

O próprio Google sugere que o Urchin seja configurado para usar tags ao invés de logs. Pois deste modo é possível capturar mais informações sobre a navegação e interações do usuário e com uma confiabilidade maior (mesmo com todos os fatores que impactam nas medições por tags).

Quem ainda tiver dúvidas e interesse eu sugiro que procure uma opinião mais profissional de alguém do mercado de Web Analytics. Para começar sugiro o seguinte whitepaper sobre exatidão em ferramentas de Web Analytics.

http://www.advanced-web-metrics.com/blog/2010/04/23/understanding-web-analytics-accuracy/

Agora sim fica bem mais interessante refletir, não?

Uma IDE pronta para HTML 5 e CSS 3, de graça!

Aptana Studio 3 Preview

Aptana Studio 3 Preview


O título já resume bastante, certo?

O grupo do Aptana acabou de lançar o preview do que deverá ser o Aptana Studio 3, com muitas novidades interessantes, entre elas:

  • Integração com o Git. Poderoso sistema de controle de versão que está em grande ascensão.
  • Suporte para HTML 5 e CSS 3
  • Suporte para Ruby 1.9 e Rails 3
  • Depurador de Ruby
  • Uma janela de comando prompt que funciona com o sistema operacionado utilizado

Uma outra das melhores partes que foram anunciadas é que o sistema será mantido como gratuito, com seu código aberto, totalmente open source.

Pra quem ainda não conhece o Aptana, trata-se de um projeto que pode ser utilizado como plugin do Eclipse, famosa IDE open source avalizada pela IBM. O Aptana também pode ser utilizado através de uma instalação stand-alone, não perdendo suas capacidades de utilizar outros plugins do Eclipse.

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iPad teria mesmo 10 coisas idiotas?

Hoje li um artigo da Gizmodo que criticava o iPad, novo produto da Apple apresentado por Steve Jobs que acredito que vai ser show de bola e mudar muita tendências no mercado.

O artigo criticou muitas coisas que tenho opinião contrária. Resolvi fazer um artigo resposta.

Primeiramente, disponibilizo o artigo para saberem quais aspectos e opiniões estarei retrucando.
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Google Wave + Google Groups = Group Waves

Estou um pouco atrasado para terminar de falar sobre o jQuery Summit 2009, mas prometo entregar antes de 2010. Inclusive devo falar sobre o jQuery 1.4, que vai aparecer bem bacana. A gigante daileon Google lançou esse mês uma integração entre seus sistemas Wave e Groups, fazendo com que membros de grupos da Google possam trocar waves entre si somente criando um wave diretamente com o contato do respectivo grupo. Logo do Google Wave Antes que fiquem com a ideia de spam, é legal ressaltar que os waves do grupo – a princípio – vão ser vistos somente via Google Wave, enquanto os emails trocados no mesmo grupo serão vistos através do cliente de email de cada pessoa. Ninguém passará a receber instantaneamente waves via email pra cada grupo que participa, nem vice versa. É claro que isso é uma questão de configuração inicial, provavelmente há – ou vai haver – uma forma de integrar os waves e o email. Se ainda não houver é provavelmente pelo fato do Wave ainda estar na fase beta, apesar de já estar bem robusto. Ler mais »


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